Comissão de Integração Nacional aprova quatro emendas ao Orçamento propostas por Domingos Neto

No valor total de R$ 400 milhões, duas emendas do parlamentar são voltadas a políticas para fortalecer a oferta de Água para a população mais carente.

16/12/2014 às 00:00:00 | 236 visualizações

A Comissão de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e da Amazônia (Cindra) aprovou nesta terça-feira (16) quatro propostas de emenda ao Orçamento de 2015, feitas pelo presidente do colegiado, deputado Domingos Neto (PROS-CE). Duas delas são voltadas à ampliação da oferta de água para a população mais carente. A primeira, no valor de R$ 200 milhões, fortalece o programa Água para Todos ao prever a execução de obras e a compra de equipamentos de armazenamento e distribuição de água. A segunda, também de R$ 200 milhões, destina recursos para a implantação de infraestrutura hídrica. Ambas são direcionadas ao Ministério da Integração Nacional.

Também foi aprovada emenda de R$ 50 milhões, direcionada ao Ministério do Meio Ambiente, para implementação de planos, obras e compra de equipamentos para a coleta seletiva de resíduos sólidos.

Combate às drogas
A última emenda de autoria de Domingos Neto aprovada na Cindra prevê R$ 150 milhões para reforçar a Política de Combate às Drogas. Para Neto, é fundamental investir em ações de conscientização, prevenção e acolhimento de usuários. A sugestão do parlamentar recebeu apoio do líder do PROS, deputado Givaldo Carimbão (AL), que foi relator na Câmara da Comissão Especial sobre o Sistema Nacional de Políticas sobre Drogas. Segundo Carimbão, o País precisa urgentemente criar um novo modelo de segurança, “pois a política que se aplica hoje está falida”.

O deputado lembrou que em 1970, o Brasil tinha 90 milhões de habitantes e 30 mil presos. Hoje, o Brasil tem pouco mais do que o dobro da população de 40 anos atrás – 200 milhões -, mas o sistema carcerário acolhe 800 mil presos, um aumento de 2.600%. “O Brasil não precisa de mais cadeia, precisa sim de uma política de paz e acolhimento”, defendeu Carimbão.

Redação PROS na Câmara

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