Weliton Prado debate os problemas de interrupção no fornecimento de energia elétrica

“Cobramos um posicionamento da Aneel para que melhore o fornecimento de energia, porque o consumidor já paga muito caro para uma energia de péssima qualidade”, afirma o deputado federal Weliton Prado (MG) um dos autores do pedido para a realização da audiência pública.

20/08/2019 às 17:25:37 | 168 visualizações



A Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados realizou nesta terça-feira (20) audiência pública que contou com a presença do diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), André Pepitone da Nóbrega, para debater os problemas de interrupção no fornecimento de energia elétrica no Estado de Goiás. A audiência pública é resultado de requerimento do deputado Weliton Prado (MG) junto com os parlamentares: Dep. José Nelto (PODE), Dep. Eli Borges (SOLIDARI), Dep. Celso Russomanno (PRB), Dep. Aureo Ribeiro (SOLIDARI) e Dep. Célio Moura (PT).

“Essa audiência tem como objetivo tratar da qualidade da energia que tem sido distribuída para os consumidores do país. É um problema muito sério! É uma grande injustiça! Cobramos um posicionamento da Aneel para que melhore o fornecimento de energia, porque o consumidor já paga e paga muito caro para uma energia de péssima qualidade”, afirma o deputado Weliton Prado.

Segundo o requerimento, em fevereiro de 2017, a Enel, uma empresa privada do setor elétrico, conquistou o controle acionário da CELG D, que passou a denominar-se posteriormente Enel Distribuição Goiás. A privatização da empresa estatal ocorreu sob a promessa de melhorar a distribuição de energia elétrica no estado de Goiás; contudo problemas na prestação desse serviço público têm persistido.

Weliton Prado questionou o diretor-geral também na audiência sobre os problemas que os consumidores de Minas Gerais têm enfrentado com cortes permanentes de fornecimento de energia. “Em Minas Gerais não é muito diferente a energia é interrompida de forma permanente e essa falta de energia prejudica os pequenos produtores, as escolas, os julgamentos e o trânsito que vira um caos. Em contrapartida temos a Cemig com um lucro bilionário. Temos também o fechamento de escritórios, programas de demissão voluntária, corte de gastos, e os serviços ficam a cada dia pior e a tarifa muito cara! Infelizmente esses lucros não são divididos junto com os consumidores. É uma grande injustiça! ”, disse o deputado.

Redação PROS na Câmara