Capitão Wagner lamenta tragédia em Suzano (SP) e recomenda sistema de segurança nas escolas

O parlamentar comentou a fatalidade ocorrida hoje (13) em Suzano (SP) e recomendou medidas para melhorar a segurança de alunos e professores, como o uso de detectores de metais e sistemas de monitoramento.

13/03/2019 às 19:07:17 | Atualizada em 13/03/2019 às 19:09:30 | 102 visualizações

Em pronunciamento no Plenário da Câmara, o deputado federal Capitão Wagner (CE) lamentou a tragédia ocorrida nesta quarta-feira (13) em que foram vitimados estudantes e funcionários da escola Raul Brasil, em Suzano (SP). Informações preliminares apontam que dois ex-alunos efetuaram diversos disparos no horário do intervalo das aulas. Em seguida, um deles assassinou o comparsa e depois se suicidou. 

“Esse tipo de tragédia tem acontecido mundo afora e traz com ela o debate do desarmamento. Sou um profissional de segurança pública e defendo a utilização responsável da arma de fogo. Defendo que o projeto do desarmamento deve ter requisitos estabelecidos e rigorosos para a liberação do porte de arma de fogo. É preciso avaliar critérios psicológicos, as condições de utilização de uso para que a arma não se transforme em ferramenta para esse tipo de crime, como o que aconteceu hoje em São Paulo”, disse o deputado.

Recentemente, Capitão Wagner protocolou o Projeto de Lei 627/19, que sugere alternativas para a implementação de um sistema de segurança em escolas públicas e privadas, com a adoção de equipamentos elétricos, eletrônicos, de filmagens ou de controle de acesso às dependências das unidades com detectores de metais. “O projeto tem como único e exclusivo objetivo garantir a segurança não só das crianças, mas também dos funcionários que trabalham nas escolas”, afirma o parlamentar.

Experiência com segurança

Na próxima sexta-feira (15), o deputado conhecerá na cidade de Natal (RN) uma das escolas que se tornou referência em segurança. “A escola está no mesmo prédio de um quartel da polícia, garantindo a segurança dos funcionários, dos professores e também dos alunos. Na porta da escola não se vê tráfico de drogas, algo comum nas escolas brasileiras, sejam públicas ou privadas. Não dá para fazer populismo com o tema tão importante”, lamentou o parlamentar.

INFORMAMOS QUE A VISITA FOI ADIADA E, OPORTUNAMENTE, O PARLAMENTAR INFORMARÁ A DATA DA NOVA AGENDA. 

Redação PROS na Câmara

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