Wandscheer homenageia Felisberto Borges da Fonseca com nome de viaduto em Campo do Capão (BR 116)

Felisberto Borges ajudou na construção e administração do importante município de Fazenda Rio Grande (PR), entre outras ações que lhe renderam a homenagem.

23/11/2017 às 15:12


O Projeto de Lei 9150/17, de autoria do deputado Toninho Wandscheer (PROS-PR), propõe homenagear Felisberto Borges da Fonseca, ex-vice-prefeito de Mandirituba e ex-diretor de Transportes Municipais do município de Fazenda Rio Grande, local em que seu trabalho, muitas vezes voluntário, ajudou no desenvolvimento e fortalecimento da região, especialmente na área da mobilidade urbana.

O trabalho de Felisberto Borges também é reconhecido em outros municípios do Paraná, especialmente em Mandirituba (PR), onde foi vice-prefeito, em 1972.

“A contribuição de Felisberto para o desenvolvimento de Mandirituba, especialmente no aspecto da mobilidade urbana e rural foi inestimável, o que refletiu na simpatia dos cidadãos do município para com sua pessoa, sendo respeitado por todos, independentemente de partido político”, ressaltou Wandscheer.

Homenagem

A proposta apresentada por Wandscheer pretende homenagear Felisberto Borges da Fonseca dando o seu nome ao viaduto localizado sobre a rodovia BR 116 no Km 138, em Campo do Capão, no município de Mandirituba (PR).

Perfil

Felisberto Borges da Fonseca nasceu em Vacaria (RS), em 9 de janeiro de 1925. Em 1945, aos 20 anos, foi transferido para o município de Mandirituba onde sua carreira progrediu na política, chegando a assumir o posto de chefe encarregado da construção da BR-116 (antiga BR-2). Após encerrar sua virtuosa carreira no Departamento de Estradas de Rodagem (DER), trabalhou por mais alguns anos na Companhia de Recapagem de Asfalto (Rodocon), empresa do Rio de Janeiro.

Logo após, exerceu o cargo de Secretário Municipal de Obras do município de Mandirituba durante o período de 10 anos consecutivos.

Felisberto Borges da Fonseca faleceu em Mandirituba (PR), em 1 de agosto de 2015, dois anos após o falecimento de sua esposa, Leonor Bonatto, com quem teve seis filhos: Maria Sueli Fonseca Cordeiro, Maria Luci Selusniak, João Luís da Fonseca, Wilson José Roberto da Fonseca, Antônio Cesar da Fonseca e Jones Tadeu Fonseca. 

“Deixou, por meio de seu trabalho, uma enorme admiração, tanto pela obra de sua gestão nos municípios em que trabalhou quanto por seu comportamento como encarregado e cidadão”, disse Wandscheer.

Tramitação

O projeto de lei ainda aguarda despacho do presidente da Câmara para que inicie sua tramitação nas comissões permanentes.

 

Redação/Pros na Câmara