O futuro do país passa por políticas para primeira infância, diz Felipe Bornier

Na opinião do deputado Felipe Bornier (Pros-RJ), segundo-secretário da Mesa, uma sociedade saudável parte de um planejamento desde a educação infantil.

09/12/2016 às 12:20:00 | 104 visualizações

Na quarta-feira (7), o deputado Felipe Bornier (Pros-RJ) participou de audiência pública da Comissão de Legislação Participativa da Câmara dos Deputados em que se discutiu a criação de políticas públicas voltadas à doença celíaca, que é causada pela intolerância ao glúten (proteína encontrada no trigo, na aveia, na cevada, no centeio e em seus derivados).

“Percebemos que muitos problemas que a sociedade enfrenta hoje poderiam ser evitados se tivéssemos mais ações voltadas à primeira infância”, disse Felipe Bornier.

Na opinião de Felipe Bornier, segundo-secretário da Mesa, uma sociedade saudável parte de um planejamento desde a educação infantil, por meio de políticas públicas. “Um desses problemas são as doenças causadas pela má alimentação, por exemplo. Se desde cedo as crianças fossem educadas e conscientizadas de que se comermos bem, de forma saudável, podemos evitar doenças como obesidade, diabetes e intolerâncias graves, como a celíaca, a incidência dessas doenças seria menor. Teríamos uma sociedade mais saudável”, comentou.

A Celíaca se desenvolve geralmente na infância e os portadores precisam ter cuidados com a alimentação pelo resto da vida. Por esse motivo, políticas públicas devem ser pensadas a longo prazo, defendeu Felipe Bornier. “Não se pode pensar nisso sem pensar no futuro, pois são as crianças e os jovens que cuidarão do Brasil. É urgente e essencial que o poder público tenha isso muito claro, precisamos investir no presente para colhermos no futuro”, disse.

Além disso, o parlamentar explicou que o país deve planejar, com eficiência, essas políticas, especialmente, pelos resultados colhidos. “Temos que ter sempre em mente que eles são o nosso amanhã e que tudo o que fizermos iremos colher adiante, se cultivarmos com planejamento, eficiência e dedicação, teremos bons resultados. Mas, se deixarmos sempre as questões da infância e juventude de lado, o nosso futuro estará condenado ao fracasso”, concluiu.

Com informações da assessoria de imprensa do deputado.

Redação PROS na Câmara

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